sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Conto 9 - Parte 4

Há muito tempo Sato Nakayma vivia junto a seu fiel amigo Ito Tanaka, os dois haviam sido criados juntos e foram treinados juntos em sua formação básica de combate, até mesmo por que Ito era filho do braço direito do pai de Sato e como tal estava sendo criado para seguir o mesmo caminho, cuidar dos herdeiros da família Nakayma, a família Tanaka por diversas gerações vivia como guardiã dos Nakaymas, mas quando os dois ainda era jovens uma grande emboscada de homem chamado Hirano Sakurai junto com dois outros aliados invadiram a casa da família Nakayma, pois o nome de Takueshi Nakayma, pai de Sato estava se tornando mundo forte perante ao imperado do Japão, já que sua técnica e sua família estava sendo de grande ajuda contra aqueles que estava lutando a favor da reforma, e Hirano junto a outros mercenários que estavam ao lado dos reformistas acabaram se juntando para destruir aqueles que estava a favor do governo vigente, com muita deslealdade e covardia durante os festejos de aniversario de Sato o grupo cercando a casa com fogo primeiro começou um ataque para acabar com as possibilidades de fuga e depois com ataques furtivos aqueles que acabariam primeiro com as crianças e com as mulheres, sobrando apenas os guerreiros, os melhores pelo menos, pois com um mini exercito de camponeses para combater os soldados rasos só sobrariam os samurais para lutar com os outros, que pelas contas de Hirano ficariam dois para cada samurai, era um pouco de pretensão, pois alguns samurais da família Nakayma e Tanaka poderiam lutar com mais de cinco guerreiros daqueles, mas Hirano contava com aqueles que não seriam capazes de lutar e assim juntariam mais para lutar contra os melhores samurais.

A batalha começou com uma grande chacina, no mesmo momento que Takueshi percebeu o que estava acontecendo mandou que Murakami Miura que era um de seus conselheiros e amigo que pegasse seu filho Sato e saísse o mais rápido dali e fosse procurar um lugar seguro Ito como sempre partiu da batalha junto com Sato e Murakami, ao longe na montanha que protegia a casa da família Nakayma, Sato viu o fim de tudo o que sua família tinha construído com os séculos, as chamas tomaram conta de tudo e Murakama acreditando que não poderia ter sobrevivido ninguém no meio de todas aquelas chamas começou a caminhar para longe, pois sabia que se algum dia o nome da família Nakayma voltasse a se reconstruir seria através de Sato, que acabara de completar seus treze anos.

Sato tentando tomar uma atitude adulta ao perceber que poderia ser o ultimo membro de sua família falou para Ito e Murakami:

- Temos que seguir viagem até o imperador, reportar o que foi feito, tentar apresentar o perigo que pode estar por vir e oferecer minhas espadas ao seu serviço, para que ele saiba que a família Nakayma ainda está viva.

Os dois percebendo a determinação de Sato não repudiaram as palavras do menino e o seguiram até o palácio do imperador, pelo nome de sua família não foi muito difícil de se aproximar do imperador para poder discutir o que estava acontecendo, as noticias correndo mais rápidas do que o vento já haviam chego aos ouvidos do imperador que se mostrou muito surpreso com a presença de Sato, achando honrosa a atitude do menino, mas não acreditando muito nas habilidades de seu pequeno grupo permitiu que ele ficasse um tempo pelas regiões do palácio e que quando necessário seria chamado para alguma ajuda, depois de algum tempo no palácio e nenhum chamado do imperador Sato resolveu que iria partir e tentar descobrir por conta própria quem estava por trás do que houve com sua família.

Por algum tempo andaram sem rumo, até que em um bar afastado de tudo quase dois anos depois que ele havia começado sua jornada e seu nome começava a se tornar conhecido por acabar se envolvendo em algumas batalhas e se tornando vitorioso, mesmo que as vezes apenas três lutassem com mais de quinze, Murakami encontrou um antigo amigo, Fukuda Nishimura, um jovem bêbado que vivia nas redondezas da casa da família Nakayma que havia visitado outros países e voltado com alguns métodos estranhos de combate, no momento em que Fukuda viu os três se levantou e disse:

- Sabia que a hora chegaria, Buda iria me auxiliar, estava a procura de vocês há muito tempo, dês que a sua casa foi atacada senhor Sato e que não consegui encontrar mais ninguém parti em busca de vocês, pois havia visto que Murakami tinha os levado para um lugar seguro.

Sato que não o conhecia e muito menos fazia idéia de sua ligação com seu pai, respondeu de uma forma um pouco áspera:

- Mas por que buscava por mim?

Fukuda sorriu e lhe respondeu:

- Essas crianças sempre desconfiadas não é Murakami? Eu procuro você, pois sei que só por suas mão deve morrer aquele que acabou com sua família.

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